{"id":4467,"date":"2023-01-13T20:25:52","date_gmt":"2023-01-13T20:25:52","guid":{"rendered":"http:\/\/maternidadesantamaria.com.br\/?p=4467"},"modified":"2023-02-10T14:54:22","modified_gmt":"2023-02-10T16:54:22","slug":"iniciativas-do-grupo-santa-joana-para-incentivar-partos-normais-sao-destaque-no-estadao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/maternidadesantamaria.com.br\/en\/2023\/01\/13\/iniciativas-do-grupo-santa-joana-para-incentivar-partos-normais-sao-destaque-no-estadao\/","title":{"rendered":"<p>Iniciativas do Grupo Santa Joana para incentivar partos normais s&atilde;o destaque no Estad&atilde;o<\/p>"},"content":{"rendered":"<p>Nesta sexta-feira, 13 de janeiro, o Estad&atilde;o publicou uma reportagem sobre as a&ccedil;&otilde;es das maternidades para enfrentar o alto &iacute;ndice de ces&aacute;reas desnecess&aacute;rias no Brasil.<p>Iniciativas adotadas pelo Grupo Santa Joana nos &uacute;ltimos anos ganharam destaque na reportagem, como as recentes melhorias na infraestrutura, com a cria&ccedil;&atilde;o de salas de parto especiais que incluem banheira, cama de casal king size e equipamentos para al&iacute;vio da dor.<\/p><p>No Brasil, 57% dos nascimentos ocorreram via cesariana em 2021, enquanto a OMS considera adequada uma taxa de 10 a 15%. O Pa&iacute;s est&aacute; entre os cinco pa&iacute;ses do mundo em que os &iacute;ndices de cesariana superam o de partos vaginais. Conscientizar gestantes e capacitar profissionais est&atilde;o entre as a&ccedil;&otilde;es para mudar este cen&aacute;rio. Essas foram algumas das frentes do projeto realizado pelo Grupo Santa Joana desde 2020.<\/p><p>Como a reportagem conta, o primeiro passo foi realizar uma an&aacute;lise de dados para entender os grupos de pacientes que deveria focar, utilizando a Classifica&ccedil;&atilde;o de Robson, que categoriza as mulheres em trabalho de parto, ajudando a monitorar cesarianas desnecess&aacute;rias.<\/p><p>?Essa an&aacute;lise dos indicadores por grupos da Classifica&ccedil;&atilde;o de Robson permitiu que nos organiz&aacute;ssemos para escolher onde atacar primeiro. Atacamos os grupos 1 e 3 e j&aacute; tivemos uma queda no n&uacute;mero de ces&aacute;reas?, disse Eduardo Cordioli, diretor t&eacute;cnico de obstetr&iacute;cia do Santa Joana. Ele se refere aos grupos em que as mulheres t&ecirc;m idade gestacional superior a 37 semanas, j&aacute; em trabalho de parto e com feto na posi&ccedil;&atilde;o cef&aacute;lica.<\/p><p>A taxa geral de ces&aacute;reas caiu de 89% para 79% de 2020 a 2021 no Grupo Santa Joana. No grupo 1 da Classifica&ccedil;&atilde;o de Robson, o &iacute;ndice caiu de 65% para 45% e, no grupo 3, passou de 25% para 15% no mesmo per&iacute;odo.<\/p><p>A reportagem destacou o curso de parto normal do Santa Joana, que fala sobre as fases do parto e m&eacute;todos para al&iacute;vio da dor. ?Temos um centro de simula&ccedil;&atilde;o real&iacute;stica que era voltado para a educa&ccedil;&atilde;o de profissionais, mas passamos a us&aacute;-lo tamb&eacute;m para a educa&ccedil;&atilde;o de pacientes. Muitas n&atilde;o querem ter o parto normal por medo da dor e, nesse caso, falamos bastante sobre os m&eacute;todos de analgesia?, explica Monica Siaulys, diretora m&eacute;dica do Santa Joana.<\/p><p>A paciente Petruska Canet, gr&aacute;vida de 37 semanas, fez o curso. ?Quero ter o parto normal, mas sempre tive muito medo. A gente ouve falar que &eacute; algo muito dolorido, que a mulher sente muita dor e, no curso, nos apresentam as possibilidades de analgesia?, disse.<\/p><p>Outro assunto abordado pela reportagem foi a inaugura&ccedil;&atilde;o das novas su&iacute;tes de parto normal. ?A ideia foi juntar ci&ecirc;ncia e arquitetura para tirar aquela cara de hospital e deixar o ambiente mais acolhedor para a gestante e o acompanhante?, disse a Dra. Monica, que complementou contando sobre a capacita&ccedil;&atilde;o de profissionais sobre as melhores pr&aacute;ticas para um parto adequado.<\/p><p>Fabiana Fernandes Alves, que queria ter uma cesariana em sua segunda gesta&ccedil;&atilde;o, por causa de uma experi&ecirc;ncia ruim que teve na primeira, mudou de ideia ao conhecer a infraestrutura da Pro Matre. ?Fui acolhida n&atilde;o s&oacute; pelo obstetra, mas por toda a equipe. Eu j&aacute; estava com cinco dedos de dilata&ccedil;&atilde;o quando cheguei e sem dores, ent&atilde;o perguntaram se eu n&atilde;o queria tentar. Me ofereceram a bola, massagem, &oacute;leo essencial. Me hidratei. Era uma sala muito confort&aacute;vel e eu tinha tudo para aliviar minha dor. Me senti respeitada?, contou.<\/p><p>&nbsp;<\/p><p>Para ler a reportagem completa, clique <a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/saude\/numero-de-cesareas-volta-a-subir-no-brasil-e-bate-recorde-durante-a-pandemia\/\">aqui.<\/a><\/p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta sexta-feira, 13 de janeiro, o Estad&atilde;o publicou uma reportagem sobre as a&ccedil;&otilde;es das maternidades para enfrentar o alto &iacute;ndice de ces&aacute;reas desnecess&aacute;rias no Brasil. 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