{"id":5303,"date":"2024-05-13T17:59:04","date_gmt":"2024-05-13T17:59:04","guid":{"rendered":"https:\/\/maternidadesantamaria.com.br\/?p=5303"},"modified":"2024-05-13T18:00:06","modified_gmt":"2024-05-13T18:00:06","slug":"4-medidas-para-reduzir-a-mortalidade-materna","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/maternidadesantamaria.com.br\/en\/2024\/05\/13\/4-medidas-para-reduzir-a-mortalidade-materna\/","title":{"rendered":"<p>4 medidas para reduzir a mortalidade materna<\/p>"},"content":{"rendered":"<p>O &iacute;ndice de mortalidade materna no Brasil, de acordo com a &uacute;ltima divulga&ccedil;&atilde;o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), &eacute; de 57 &oacute;bitos maternos para cada 100.000 nascidos vivos, sendo que as principais causas s&atilde;o: doen&ccedil;a hipertensiva da gesta&ccedil;&atilde;o, hemorragia e doen&ccedil;as infecciosas.<p>A Dra. M&ocirc;nica Maria Siaulys, diretora m&eacute;dica do Grupo Santa Joana, escreveu um artigo na edi&ccedil;&atilde;o online da revista Veja falando sobre o programa de redu&ccedil;&atilde;o de mortalidade materna adotado no Grupo, que fez com que os nossos resultados fossem semelhantes ou menores que os melhores resultados mundiais, ou seja, de cinco &oacute;bitos maternos para cada 100.000 nascidos vivos.<\/p><p>?A morte materna traz profundos impactos para a fam&iacute;lia e sociedade.<\/p><p>Estudos atuais mostram que filhos de m&atilde;es que morreram no parto t&ecirc;m<\/p><p>expectativa de vida menor. Portanto, para alcan&ccedil;ar resultados melhores<\/p><p>devemos focar em estrat&eacute;gias que garantam que o conhecimento da equipe<\/p><p>multiprofissional chegue at&eacute; a paciente em forma de cuidado, o que nem<\/p><p>sempre &eacute; uma tarefa f&aacute;cil?, escreveu a Dra. M&ocirc;nica.<\/p><p>Veja 4 medidas adotadas no Grupo Santa Joana que ajudaram a reduzir a mortalidade materna:<\/p><p>&nbsp;<\/p><ol>\n<li><strong>Desenvolvimento de protocolos assistenciais<\/strong> personalizados (que s&atilde;o<\/li>\n<\/ol><p>adaptados &agrave; realidade de trabalho local) e que padronizam o atendimento de<\/p><p>gestantes. Isso facilita o reconhecimento das doen&ccedil;as que mais frequentemente levam a &oacute;bito materno e garante agilidade para o in&iacute;cio do tratamento.<\/p><p>&nbsp;<\/p><ol start=\"2\">\n<li><strong>Capacita&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o continuada<\/strong> da equipe<\/li>\n<\/ol><p>multiprofissional. ?Profissionais treinados em um mesmo modelo<\/p><p>mental tendem a trabalhar de maneira mais harmoniosa e coordenada?, escreveu a m&eacute;dica.<\/p><p>&nbsp;<\/p><ol start=\"3\">\n<li><strong>Monitoriza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua dos resultados<\/strong> com os indicadores cl&iacute;nicos<\/li>\n<\/ol><p>assistenciais;<\/p><p>&nbsp;<\/p><ol start=\"4\">\n<li><strong>Educa&ccedil;&atilde;o de pacientes e familiares<\/strong> com o objetivo de alert&aacute;-los para as<\/li>\n<\/ol><p>situa&ccedil;&otilde;es em que devem buscar avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.<\/p><p>&nbsp;<\/p><p>Para ler a reportagem completa, <a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/coluna\/letra-de-medico\/mortalidade-materna-as-principais-causas-e-como-dar-suporte-as-novas-maes\/\">clique aqui.<\/a><\/p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O &iacute;ndice de mortalidade materna no Brasil, de acordo com a &uacute;ltima divulga&ccedil;&atilde;o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE), &eacute; de 57 &oacute;bitos maternos para cada 100.000 nascidos vivos, sendo que as principais causas s&atilde;o: doen&ccedil;a hipertensiva da gesta&ccedil;&atilde;o, hemorragia e doen&ccedil;as infecciosas. 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