Febre amarela: sintomas e vacinação - Hospital e Maternidade Santa Maria

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Febre amarela: sintomas e vacinação

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou, em abril, três casos de Febre Amarela no Vale do Paraíba, interior de São Paulo, com uma morte.

A Febre Amarela é uma infecção viral, classificada como arbovirose – sua transmissão ocorre por meio da picada de um mosquito. Segundo a Dra. Flavia Falci, infectologista do Hospital e Maternidade Santa Maria, cerca de 60% dos casos podem evoluir de forma leve, com remissão dos sintomas. Mas de 20% a 40% dos casos pode evoluir de forma grave.

A boa notícia é que a vacina para prevenir a doença já está em nosso calendário vacinal.

A Dra. Flavia explica que os primeiros sintomas são inespecíficos. “Inicialmente, cerca de 2 a 3 dias após a picada do mosquito, a pessoa apresenta febre, mal-estar, dor de cabeça e dor no corpo. Depois, entra num período de remissão, onde os quadros leves evoluem com melhora e os quadros graves ficam de 2 a 3 dias com uma defervescência desses sintomas e depois evoluem para um quadro toxêmico, que pode causar hepatite, que é a disfunção do fígado. Pode ficar com a pele amarela, icterícia, alteração na urina (com urina mais escura), alterações cardíacas”, explica a médica.

A vacina contra a febre amarela está disponível nas Unidades Básicas de Saúde, com uma dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos de idade. No Programa Nacional de Imunização, pessoas a partir de 5 anos de idade que receberam uma dose da vacina antes de completarem 5 anos devem receber uma segunda dose. E quem não recebeu nenhuma, a partir dos 5 anos receberá dose única.

A vacina é contraindicada em alguns casos, como pessoas com imunossupressão, história de reação anafilática a ovo, tratamentos específicos, entre outros. Converse com seu médico.

 

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